{"id":13,"date":"2015-04-27T16:29:02","date_gmt":"2015-04-27T16:29:02","guid":{"rendered":"http:\/\/portal.ecclesia.pt\/aiic\/?p=13"},"modified":"2016-06-09T09:43:46","modified_gmt":"2016-06-09T09:43:46","slug":"como-nasceu-a-aic","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aiic.pt\/index.php\/como-nasceu-a-aic\/","title":{"rendered":"Como Nasceu a AIC"},"content":{"rendered":"<p>V\u00e3o longe os Encontros marcados pelo Secretariado Nacional das Comunica\u00e7\u00f5es Sociais, para ajudar os directores dos jornais de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 a valorizar o seu aspecto gr\u00e1fico e a melhorar os seus conte\u00fados.<\/p>\n<p>Logo ap\u00f3s \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o de Abril de 1974 come\u00e7ou a sentir-se a necessidade de uma institui\u00e7\u00e3o \u2013 Associa\u00e7\u00e3o que representasse a classe\u2026 O aparecimento de uma Associa\u00e7\u00e3o que parecia naquela altura responder aos nossos objectivos, fez arrefecer a ideia de uma Associa\u00e7\u00e3o e fomos mesmo aconselhados a inscrever-nos naquela Associa\u00e7\u00e3o que aparecera.<\/p>\n<p>Embora houvesse logo quem reparasse que uma Associa\u00e7\u00e3o que representava um leque de associados t\u00e3o variado, dificilmente poderia responder pelos pequenos jornais como os nossos. Apesar de tudo, demos o benef\u00edcio da d\u00favida e esper\u00e1mos mais algum tempo para ver os resultados. O tempo se encarregou de dizer que tinham raz\u00e3o as vozes que se levantaram, afirmando a necessidade de uma Associa\u00e7\u00e3o que respondesse pela nossa causa. Estava na mente de todos o nascimento da AIC, ainda que em embri\u00e3o. Numa reuni\u00e3o que aconteceu na Buraca em 1985 deram-se os primeiros passos. Foi escolhida uma equipa, dirigida pelo Pe. Pinho, Salvador dos Santos e D. Idalina Alegria para elaborarem os Estatutos. Por morte do Pe. Pinho, a equipa nunca funcionou. Mais tarde, numa outra reuni\u00e3o, refor\u00e7ou-se aquela equipa que ficou a ser presidida pelo Pe. Jo\u00e3o Cani\u00e7o, Pe. Salvador dos Santos e D. Idalina Alegria. De imediato foi pedido apoio a um advogado eborense, Dr. Carvalho Moniz, que elaborou os estatutos que foram lidos e corrigidos em plen\u00e1rio do Secretariado Nacional das Comunica\u00e7\u00f5es Sociais da Igreja com \u201cplacet\u201d da Confer\u00eancia Episcopal, e aprovados em Assembleia Geral de associados que aconteceu em F\u00e1tima no ano de 1992. Por o Presidente da Comiss\u00e3o Episcopal para as Comunica\u00e7\u00f5es Sociais da Igreja ser o Arcebispo de \u00c9vora, D. Maur\u00edlio de Gouveia, foi nesta cidade alentejana que se lavrou a escritura de constitui\u00e7\u00e3o da mesma no dia 13\/7\/93, no 1.\u00ba Cart\u00f3rio Notarial de \u00c9vora, assinada por: D. Maur\u00edlio de Gouveia, Pe. Ant\u00f3nio Salvador dos Santos, Pe. Eduardo Pereira da Silva e Ant\u00f3nio Gil Antunes.<\/p>\n<p><i><b>Em Resumo:<\/b><\/i> A Associa\u00e7\u00e3o de Imprensa de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 corresponde a um desejo dos respons\u00e1veis diocesanos da Comunica\u00e7\u00e3o Social j\u00e1 manifestado em F\u00e1tima em plen\u00e1rio, no ano de 1975. Desde logo foi escolhida uma comiss\u00e3o que redigiu uns estatutos e os submeteu ao plen\u00e1rio em reuni\u00e3o posterior. Entretanto surgiram outras associa\u00e7\u00f5es e pareceu aos respons\u00e1veis que se deveria dar o benef\u00edcio da d\u00favida \u00e0s associa\u00e7\u00f5es criadas inscrevendo-se como associados. Os anos passaram e por volta do ano de 1985, reunidos os mesmos respons\u00e1veis da Comunica\u00e7\u00e3o Social diocesana, desta vez na Buraca, voltaram a falar na necessidade da cria\u00e7\u00e3o de uma associa\u00e7\u00e3o de inspira\u00e7\u00e3o crist\u00e3. Porque o contexto mudara, foi escolhido uma nova equipa para redigir novos estatutos, trabalho completado e entregue \u00e0 Comiss\u00e3o Episcopal que sugeriu algumas altera\u00e7\u00f5es. Entretanto falecera um dos elementos desta equipa e a Associa\u00e7\u00e3o foi caindo no esquecimento. Por\u00e9m em 1992, o mesmo plen\u00e1rio mandatou nova equipa para dar cumprimento \u00e0s decis\u00f5es anteriores e reelaborar os estatutos, tendo em conta as sugest\u00f5es da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa. Assim surgiram os estatutos por que nos regemos, depois de terem sido lidos e aprovados em assembleia, entregues \u00e0 Confer\u00eancia Episcopal que nos mandou avan\u00e7ar. Em reuni\u00e3o posterior, depois de aprovados os estatutos, foi eleita uma equipa dinamizadora para proceder \u00e0 cria\u00e7\u00e3o jur\u00eddica e consultar os futuros s\u00f3cios fundadores para uma reuni\u00e3o posterior, o que veio a acontecer, tendo a equipa sido reconduzida desta vez, para no prazo de um ano implementar as primeiras elei\u00e7\u00f5es de que sa\u00edram eleitos os corpos sociais em fun\u00e7\u00f5es no tri\u00e9nio 1994-96 e cujo trabalho est\u00e1 registado no relat\u00f3rio anual e plano de actividades.<\/p>\n<p align=\"center\"><b>Primeira Assembleia Geral da AIC:<\/b><\/p>\n<p>Servimo-nos do relato feito pelo Jornal da Beira em 3 de Mar\u00e7o de 1994, sobre a primeira Assembleia Geral: &#8220;Na manh\u00e3 de s\u00e1bado \u00faltimo, dia 26, reuniu, no Centro Pastoral Paulo VI, em F\u00e1tima, a primeira Assembleia Geral da rec\u00e9m-constitu\u00edda Associa\u00e7\u00e3o de Imprensa de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 \u2013 <b>AIC<\/b>.\u00a0 A Ordem de Trabalhos inclu\u00eda as seguintes rubricas: 1- Informa\u00e7\u00f5es fornecidas pela Comiss\u00e3o Instaladora; 2- Relat\u00f3rio de Contas e Actividades da Comiss\u00e3o Instaladora; 3- Elei\u00e7\u00e3o dos Corpos Sociais; 4- Tomada de posse dos novos Corpos Sociais para o tri\u00e9nio 1994-1997. Conduziu os trabalhos o Pe. Jo\u00e3o Cani\u00e7o, primeiro respons\u00e1vel da Comiss\u00e3o Instaladora que estava assessorado pelo Pe. A. Salvador dos Santos e D. Idalina Alegria. Todas as rubricas agendadas foram integralmente cumpridas, tendo a Assembleia aprovado um voto de louvor \u00e0 actividade da Comiss\u00e3o Instaladora, que naquele momento cessava fun\u00e7\u00f5es. Foi presente a sufr\u00e1gio uma \u00fanica lista, votada por unanimidade e da qual sa\u00edram eleitos, para presidir \u00e0 Assembleia Geral, Direc\u00e7\u00e3o e Conselho Fiscal, respectivamente: Pe. Jo\u00e3o Cani\u00e7o (Lisboa), Director da Ag\u00eancia noticiosa Ecclesia; Pe. Ant\u00f3nio Salvador dos Santos, Chefe de Redac\u00e7\u00e3o de \u201cDefesa\u201d (\u00c9vora); Mons. Jos\u00e9 Maria dos Reis Ribeiro, Director de \u201cNoticias de Viana\u201d (do Castelo). O chefe de redac\u00e7\u00e3o de \u201cJornal da Beira\u201d integra o Conselho Fiscal. A ideia da funda\u00e7\u00e3o de uma Associa\u00e7\u00e3o deste g\u00e9nero n\u00e3o \u00e9 nova. Foi votada e aprovada em pleno per\u00edodo revolucion\u00e1rio (primeiros dias de Janeiro de 1975), em Mira, face as amea\u00e7as que ent\u00e3o pairavam sobre a Imprensa afecta \u00e0 Igreja. Foram elaborados, debatidos e aprovados uns estatutos. Mas a ideia foi esmorecendo, \u00e0 medida que a situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-social se estabilizava. Recentemente, a ideia foi retomada pelos Secretariados Diocesanos das Comunica\u00e7\u00f5es Sociais; os estatutos, revistos e aprovados pelo Episcopado; e formalizada a cria\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o, que nesta data j\u00e1 regista a ades\u00e3o de largas dezenas de \u00f3rg\u00e3os de comunica\u00e7\u00e3o social escrita, ideologicamente ligados \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica. Os Corpos Sociais agora eleitos v\u00e3o continuar os esfor\u00e7os que vinham sendo desenvolvidos pela Comiss\u00e3o Instaladora, mormente no que se refere a Porte Pago, cintagem de jornais, apoios \u00e0 Imprensa, forma\u00e7\u00e3o de quadros das publica\u00e7\u00f5es, etc.&#8221; (in \u201cJornal da Beira\u201d em 3\/3\/94)<\/p>\n<p align=\"center\"><b>Inaugura\u00e7\u00e3o da Sede na Av. do Col\u00e9gio Militar:<\/b><\/p>\n<p>A direc\u00e7\u00e3o presidida pelo Pe. Ant\u00f3nio Salvador dos Santos, Nuno Br\u00e1s, El\u00edsio Assun\u00e7\u00e3o e Jos\u00e9 Pedro Xavier, sempre teve consci\u00eancia que a sua passagem pelo Secretariado Nacional das Comunica\u00e7\u00f5es Sociais, onde trabalh\u00e1mos nos primeiros anos, era uma passagem ef\u00e9mera. Pouco a pouco fomos sentindo mais as limita\u00e7\u00f5es por falta de espa\u00e7o, por servi\u00e7os terem um hor\u00e1rio de funcionamento fixo e por se entender que era preciso um espa\u00e7o que ficasse para a posteridade. Inicialmente negoci\u00e1mos com a ARIC a compra de uma casa que servisse de sede \u00e0s duas associa\u00e7\u00f5es \u2013 de imprensa e de r\u00e1dio. Quando se conseguiu o espa\u00e7o na Av. do Col\u00e9gio Militar, 28-9.\u00ba Dto., em Lisboa, na altura de marcar a escritura, a ARIC desistiu, ficando a AIC com o pesado encargo de suportar todas as despesas sozinha. Em boa hora partimos para esta aventura, cuja inaugura\u00e7\u00e3o foi no dia 24 de Janeiro de 1996, dia de S. Francisco de Sales, como relata o &#8220;mais informa\u00e7\u00e3o&#8221;:<\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/instituicao\/ktml2\/images\/55\/img\/aic_%20logo%20cor1.jpg?0.7694943348351064\" alt=\"\" width=\"60\" height=\"48\" border=\"0\" hspace=\"0\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><b>A inaugura\u00e7\u00e3o da sede constituiu ponto alto na vida da AIC.<\/b><\/p>\n<p>&#8220;No passado dia 24 de Janeiro, dedicado a <b>S. Francisco de Sales<\/b>, padroeiro dos jornalistas, a AIC \u2013 Associa\u00e7\u00e3o de Imprensa Crist\u00e3, inaugurou a sua sede na Av. do Col\u00e9gio Militar, em Lisboa. Ap\u00f3s a ben\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es pelo Presidente da Comiss\u00e3o Episcopal, D. Maur\u00edlio de Gouveia, teve lugar uma pequena sess\u00e3o solene cuja mesa foi presidida pelo Arcebispo de \u00c9vora, estando representado o Secret\u00e1rio de Estado da Comunica\u00e7\u00e3o Social, o Governador Civil de Lisboa e o Presidente da Assembleia Geral da AIC. A seu tempo, o Presidente da Direc\u00e7\u00e3o Pe. A. Salvador dos Santos usou da palavra para saudar e agradecer a presen\u00e7a de todos conforme se pode ler, mais \u00e0 frente. O representante do Governo Civil de Lisboa referindo-se \u00e0 AIC disse, poderem contar com uma ajuda monet\u00e1ria para minimizar as despesas e por parte do Secret\u00e1rio de Estado congratula-se com aquele espa\u00e7o. O Pe. Jo\u00e3o Cani\u00e7o salientou a din\u00e2mica da Direc\u00e7\u00e3o que, em curto espa\u00e7o de tempo, adquiriu com fundos pr\u00f3prios aquele espa\u00e7o alegre e acolhedor, estando certo de quantos projectos se seguir\u00e3o e real\u00e7ou a homenagem que a AIC pretendeu fazer ao Padroeiro dos jornalistas, S. Francisco de Sales, que de futuro deve sempre ser evocado naquele dia. O Arcebispo de \u00c9vora, na qualidade de Presidente da Comiss\u00e3o Episcopal para os Meios de C. Social, fechou a sess\u00e3o. Por ser um dia de festa, a direc\u00e7\u00e3o convidou todos os presentes a tomarem parte num beberete esmeradamente preparado, pretexto para um espa\u00e7o de di\u00e1logo e confraterniza\u00e7\u00e3o entre os muitos participantes e a Comunica\u00e7\u00e3o Social ali presente&#8221;.<\/p>\n<p align=\"center\"><b>Ades\u00e3o \u00e0 NOVA:<\/b><\/p>\n<p>A R\u00e1dio Renascen\u00e7a, TVI, ARIC \u2013 Associa\u00e7\u00e3o de R\u00e1dios de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3, a Associa\u00e7\u00e3o de Imprensa de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3, constru\u00edram a NOVA \u2013 Federa\u00e7\u00e3o dos Meios de Comunica\u00e7\u00e3o Social de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 a partir de Mar\u00e7o de 1994, cuja finalidade \u00e9 o aux\u00edlio m\u00fatuo a v\u00e1rios n\u00edveis e com peso de sugest\u00e3o junto das entidades oficiais. Viriam a ter um papel de for\u00e7a, quando em 1995 a AIND e AID rejeitaram a entrada da AIC na CPMCS \u2013 Confedera\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Meios de Comunica\u00e7\u00e3o Social, motivando acesa pol\u00e9mica que viria a originar que o Presidente da CPMCS, Eng.\u00ba Magalh\u00e3es Crespo pedisse a demiss\u00e3o. Na altura houve v\u00e1rias manifesta\u00e7\u00f5es para com a AIC, nomeadamente da R\u00e1dio Renascen\u00e7a e TVI, motivando o seguinte comunicado: A recente decis\u00e3o da AIND de inviabilizar a entrada da AIC na Confedera\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Meios de Comunica\u00e7\u00e3o Social (CPMCS) \u00e9 a certeza de que aquela Associa\u00e7\u00e3o de Imprensa n\u00e3o Di\u00e1ria, n\u00e3o viu com bons olhos o aparecimento da AIC \u2013 Associa\u00e7\u00e3o de Imprensa de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3. Efectivamente durante alguns anos a Imprensa de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 fez-se representar pela AIND, aguardando uma decis\u00e3o desta, face \u00e0 pequena imprensa. A pouco e pouco, sentimos que a cria\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o de Imprensa de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3, cujos primeiros estatutos foram elaborados em 1975, era uma necessidade premente para bem do associativismo, em geral, e da imprensa de inspira\u00e7\u00e3o crist\u00e3 em particular. Se d\u00favidas existissem, a atitude \u00faltima da AIND e AID de impedir que a AIC fa\u00e7a parte da CPMCS, \u00e9 a certeza de que a AIND n\u00e3o est\u00e1 vocacionada para defender a Imprensa Regional. N\u00e3o obstante o esp\u00edrito de abertura da Confedera\u00e7\u00e3o, a AIND e AID t\u00eam medo da imprensa Crist\u00e3, que j\u00e1 representa cerca de 600 t\u00edtulos com uma tiragem mensal acima de um milh\u00e3o e meio de exemplares. Porque a AIC re\u00fane as condi\u00e7\u00f5es estatut\u00e1rias para ser admitida na Confedera\u00e7\u00e3o, o Eng.\u00ba Magalh\u00e3es Crespo demitiu-se da Direc\u00e7\u00e3o da Confedera\u00e7\u00e3o, gesto que mereceu j\u00e1 a solidariedade do Conselho de Ger\u00eancia da R\u00e1dio Renascen\u00e7a, que repudia igualmente a decis\u00e3o da AIND e da AID. A direc\u00e7\u00e3o da AIC registou a decis\u00e3o quer da R\u00e1dio Renascen\u00e7a quer do Eng.\u00ba Magalh\u00e3es Crespo e repudia a atitude monopolista da AIND e AID e pede aos associados da AIC que ponderem acerca das garantias duma associa\u00e7\u00e3o que se auto proclama a \u00fanica representante da imprensa regional, mesmo a de inspira\u00e7\u00e3o crist\u00e3.<\/p>\n<p align=\"center\"><b>No 10.\u00ba anivers\u00e1rio da AIC:<\/b><\/p>\n<p>A AIC &#8211; Associa\u00e7\u00e3o de Imprensa de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3, celebrou o seu 10.\u00ba anivers\u00e1rio, em 13 de Julho de 2003, e mant\u00e9m os objectivos iniciais, a saber: \u2022 Garantir a representa\u00e7\u00e3o dos seus associados, defender os seus direitos e zelar pela observ\u00e2ncia das obriga\u00e7\u00f5es. \u2022 Promover entre os associados a coopera\u00e7\u00e3o, o di\u00e1logo e a cr\u00edtica para a dignifica\u00e7\u00e3o destes meios de Comunica\u00e7\u00e3o Social. \u2022 Incentivar nos associados a aten\u00e7\u00e3o e a abertura aos sinais dos tempos que se manifestam nos contextos econ\u00f3mico, social, cultural, pol\u00edtico e religioso do mundo contempor\u00e2neo. \u2022 Procurar que os associados, conscientes de que a Comunica\u00e7\u00e3o Social de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 \u00e9 uma realidade temporal com autonomia e regras pr\u00f3prias, comum a todo o Povo de Deus, mas particularmente, campo de actividade laical, sejam express\u00f5es v\u00e1lidas e correctas da opini\u00e3o p\u00fablica na Igreja e desta nas suas rela\u00e7\u00f5es com o mundo actual. <b>.<\/b>Valorizar profissional, t\u00e9cnica e culturalmente os agentes da Associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>V\u00e3o longe os Encontros marcados pelo Secretariado Nacional das Comunica\u00e7\u00f5es Sociais, para ajudar os directores dos jornais de Inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 a valorizar o seu aspecto gr\u00e1fico e a melhorar os seus conte\u00fados. 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